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Os Paralelos entre as Duas Idades na Providência da Restauração

7 dias · Seminário do Princípio Divino
Os Paralelos entre as Duas Idades na Providência da Restauração
Repetição
Povo central
Oferta simbólica
Características da Providência da Restauração
Fontes históricas
Finalidade da Providência da Restauração
Oferta substancial
Curso da Providência
Fundamento para o Messias
  • Como a finalidade última da Providência da Restauração é estabelecer o fundamento para receber o Messias, se esta for prolongada, as providências para restaurar este fundamento deverão ser repetidas.
  • Isso significa, de fato, a repetição das providências para restaurar por indenização a oferta simbólica e a oferta substancial.
  • Examinemos as características semelhantes de cada período providencial sob esse ponto de vista.
Idade da Providência da Restauração
Israel
Fontes documentais
Povo central
História do Cristianismo
Cristãos
(Primeiro Israel)
Velho Testamento
(Segundo Israel)
Idade do Prolongamento da Providência da Restauração
  • A nação com a responsabilidade central pela Providência de Deus na Idade da Providência da Restauração foi Israel.
  • O Velho Testamento, que registra a história de Israel, fornece as fontes documentais através das quais se pode estudar a história da Providência naquela idade.
  • O povo que herdou a responsabilidade central pela Providência na Idade do Prolongamento da Providência da Restauração foram os cristãos.
  • Desse modo, a história do Cristianismo fornece as fontes documentais para a compreensão da história providencial dessa Idade.
  • Nesse sentido, os descendentes de Abraão na Idade do Velho Testamento podem ser considerados como o Primeiro Israel, e os cristãos na Idade do Novo Testamento podem ser chamados de o Segundo Israel.
Seção 1

O período de escravidão no Egito e o período de perseguição no império romano

1
2
Restaurar o erro de Abraão
Restaurar o erro da crucificação de Jesus
Escravidão no Egito
Perseguição no Império Romano
  • O período de escravidão no Egito foi para a restauração do período de 400 anos de Noé até Abraão, que havia sido manchado devido ao erro de Abraão em sua oferta.
  • O período correspondente de perseguição no Império Romano foi para restaurar o período anterior através de condições paralelas de indenização.
  • Ao suportarem tal sofrimento, os cristãos estavam restaurando por indenização o período de 400 anos de preparação para o advento do Messias,
  • que havia sido manchado devido ao erro do povo judeu em não honrar a Jesus como um sacrifício vivo e por tê-lo conduzido à cruz.
1
2
12 filhos
70 parentes
12 apóstolos
70 discípulos
Jacó
Jesus
Escravidão no Egito
Perseguição no Império Romano
400 anos de sofrimento
400 anos de perseguição
  • Durante o período de escravidão no Egito, depois que Jacó entrou no Egito com seus 12 filhos e seus 70 parentes, os seus descendentes sofreram terríveis abusos nas mãos dos egípcios durante 400 anos.
  • Durante o período de perseguição no Império Romano, os doze apóstolos e os setenta discípulos de Jesus foram os primeiros de muitas gerações de cristãos que sofreram severa perseguição por um período de 400 anos.
1
2
Israel:
Cristãos:
mantiveram-se puros
mantiveram-se puros
•Circuncisão
•Batismo e sagrada
comunhão
•Guardar o sábado
Escravidão no Egito
•Guardar o domingo
•Fazer sacrifícios
Perseguição no Império Romano
•Ofertar-se como
sacrifícios
  • Durante o período de escravidão no Egito, o povo eleito como Primeiro Israel manteve-se puro através da circuncisão, fazendo sacrifícios e, como saíram do Egito, guardando o sábado.
  • Durante o período de perseguição no Império Romano, os cristãos como o Segundo Israel viveram uma vida de pureza, praticando os sacramentos do batismo e da sagrada comunhão, ofertando-se como sacrifícios e guardando o sábado.
1
2
Jesus:
Moisés:
levou-os para Canaã
posto a seus pés
Faraó:
poder e graça
restauraram Canaã espiritualmente
3 sinais e 10 pragas
reconheceu
Cristãos:
Israelitas:
Constantino:
Teodósio I:
religião oficial
Escravidão no Egito
Perseguição no Império Romano
  • Moisés conduziu os israelitas para fora do Egito e os levou para as terras de Canaã.
  • Ele pôs o Faraó a seus pés pelo poder dos três sinais e das dez pragas.
  • Da mesma forma, no final do período de perseguição no Império Romano, Jesus fez aumentar o número de crentes, movendo seus corações com seu poder e graça.
  • Jesus levou o imperador Constantino a reconhecer o Cristianismo,
  • e inspirou Teodósio I a estabelecer o Cristianismo como a religião oficial do Império.
  • Assim, os cristãos restauraram Canaã espiritualmente dentro do Império Romano, o mundo satânico.
1
2
•Igreja
preparação para a vinda do Messias
•Tábuas de Pedra, Arca
e Tabernáculo
Novo Testamento
Velho Testamento
preparação para o Segundo Advento
Escravidão no Egito
•Dez Mandamentos
e a Lei
Perseguição no Império Romano
•Textos dos apóstolos
  • Moisés recebeu os Dez Mandamentos e a Palavra de Deus revelada na Lei, os quais formaram o núcleo das Escrituras do Velho Testamento.
  • Firmando e honrando as Tábuas de Pedra, a Arca da Aliança e o Tabernáculo, Moisés traçou o caminho para os israelitas se prepararem para a vinda do Messias.
  • Os cristãos reuniram os textos que haviam sido deixados pelos apóstolos e evangelistas e estabeleceram o cânone do Novo Testamento.
  • Eles construíram igrejas e expandiram seu fundamento para preparar a Segunda Vinda de Cristo.
Seção 2

O período dos juízes e o período de liderança patriarcal

1
2
Juízes
Juízes:
conduziam os cristãos
Líderes regionais:
Liderança da Igreja regional
governavam os israelitas
  • Depois que os israelitas entraram nas terras de Canaã, 15 juízes, incluindo Sansão, Eli e Samuel, governaram as tribos israelitas durante 400 anos. Este é o chamado período dos juízes.
  • Na Idade do Novo Testamento, o período das igrejas com liderança regional foi estabelecido para restaurar o período dos juízes através de condições paralelas de indenização.
  • Neste período, os líderes regionais da igreja — patriarcas, bispos e abades — conduziam a sociedade cristã e tinham deveres semelhantes aos dos juízes.
1
2
Rei
Rei
Sociedade feudal israelita
Juízes
Sacerdote
Juízes
Sacerdote
Profeta
Profeta
Líderes regionais da igreja
Sociedade feudal cristã
Liderança da Igreja regional
  • Os juízes cumpriam as várias responsabilidades de profeta, sacerdote e rei, as quais se tornaram ofícios separados nos períodos posteriores.
  • Durante este período, Israel era uma sociedade feudal.
  • Tal como os juízes da Idade do Velho Testamento, os líderes regionais da igreja tinham deveres semelhantes tais como de profeta, sacerdote e rei.
  • A sociedade cristã neste período era uma sociedade feudal governada pelas autoridades locais.
1
2
•Canaã
Juízes
•Nação escolhida
•Europa Ocidental
•Povos germânicos
•Novo povo
escolhido
•Geração mais jovem
de israelitas
Liderança da Igreja regional
•Sociedade feudal
cristã
•Sociedade feudal
israelita
  • O período dos juízes começou depois que os israelitas foram libertados da escravidão no Egito e a geração mais jovem se uniu solidamente sob a liderança de Josué e Caleb para entrar na terra de Canaã.
  • Eles dividiram o território entre seus clãs e tribos.
  • Instalando-se em aldeias unidas em torno dos juízes, o povo se consolidou como nação escolhida e estabeleceu uma sociedade feudal simples.
  • O período das igrejas sob a liderança regional na era cristã começou após a libertação do Cristianismo da perseguição do Império Romano, o mundo satânico.
  • Os cristãos espalharam o Evangelho entre os povos germânicos, muitos dos quais haviam migrado para a Europa Ocidental no século IV para escapar da invasão dos hunos.
  • Nas novas terras da Europa Ocidental, Deus estabeleceu as tribos germânicas como um povo escolhido,
  • e estabeleceu uma forma preliminar de sociedade feudal, a qual amadureceu mais tarde no feudalismo da Idade Média.
1
2
Juízes
•Exaltar
a Igreja:
Confusão na fé
Confusão na fé
•Influência das
tribos pagãs
•Exaltar o
Tabernáculo:
•Influência das tribos
cananeias (idolatria)
Liderança da Igreja regional
  • No período dos juízes, os israelitas deviam ter exaltado o Tabernáculo e permanecido obedientes às diretrizes dos juízes.
  • Porém, em vez de destruírem as sete tribos cananeias, os israelitas viveram entre eles e foram influenciados por seus costumes.
  • Chegaram até a adorar seus deuses, trazendo grande confusão à sua fé.
  • No período das igrejas sob a liderança regional, os cristãos deviam exaltar a Igreja, a qual era a imagem do Messias, e seguir as diretrizes de seus bispos e líderes monásticos.
  • Entretanto, eles foram influenciados pela religião e cultura das tribos germânicas pagãs, o que trouxe grande confusão à fé cristã.
Seção 3

O período do Reino unido e o período do império cristão

1
2
Rei
Papa
Governo
Sumo sacerdote
Templo
Imperador
Profeta
Líderes monásticos
Governo
Patriarca romano
Reino unido
Império Cristão
Instruções de Deus
  • No período do Reino Unido, as funções dos juízes foram delegadas aos profetas, sacerdotes e reis.
  • Os profetas receberam instruções diretamente de Deus, os sacerdotes mantiveram os serviços ao Tabernáculo e depois ao Templo, e o rei governava a nação.
  • Cada um deles desempenhava a sua missão na condução de Israel para cumprir a meta da Providência da Restauração.
  • O propósito do período do Império Cristão consistia em restaurar o período do Reino Unido por meio das condições paralelas de indenização.
  • Assim, quando o período das Igrejas sob a liderança regional terminou,
  • as missões daqueles líderes foram assumidas pelos líderes monásticos correspondentes aos profetas, o papa correspondendo ao sumo sacerdote, e o imperador que governava o povo.
  • Eles eram responsáveis pela condução do Segundo Israel para cumprir a meta da Providência da Restauração.
  • No período anterior, a Igreja Cristã havia sido dividida nos cinco patriarcados de Jerusalém, Antioquia, Alexandria, Constantinopla e Roma, com Roma dominando no Ocidente.
  • O papa, como o patriarca romano era chamado, supervisionava todos os bispos e padres na Europa Ocidental.
1
2
Rei
•Obediência
Papa
Povo
Imperador
Povo
Profeta
•Bênção
•Bênção
•Papel de Caim
Reino unido
Império Cristão
•Fundamento espiritual
•Fundamento espiritual
  • No período do Reino Unido de Israel, o rei era a figura central para a restauração do fundamento de fé.
  • O profeta e o sumo sacerdote, após estabelecerem o fundamento espiritual para o rei e o ungirem e abençoarem como rei, deviam assumir o papel de Caim diante dele.
  • No Império Cristão, a figura central para restaurar o fundamento de fé era o imperador.
  • O papa, em uma posição semelhante à do sumo sacerdote de Israel, que recebia os comandos de Deus através dos profetas, devia estabelecer o fundamento espiritual para o imperador.
  • Após coroar e abençoar o imperador, o papa devia obedecê-lo como seu súdito.
1
2
Rei
Papa
Rege de acordo com as diretivas
Saul
Leão III
Exalta e expande o trabalho espiritual
Povo
Samuel
Coroado
Imperador
Povo
Profeta
Ungido
Carlos Magno
Reino unido
Império Cristão
  • No período do Reino Unido, o rei devia reger seu reino de acordo com as diretivas dos profetas, e os profetas deviam obedecer ao rei como seus súditos.
  • Aproximadamente 800 anos após os descendentes de Abraão entrarem no Egito, sob o comando de Deus o profeta Samuel ungiu Saul como o primeiro rei de Israel.
  • No Império Cristão, o imperador, por sua vez, devia exaltar e expandir o trabalho espiritual do papado.
  • Da mesma forma, o papa Leão III coroou Carlos Magno e o abençoou como o primeiro imperador do reino cristão (Segundo Israel) no ano 800 d.C.
1
2
Deus
Deus
Saul
Davi
Povo judeu
Salomão
Cristãos
Construção do Templo:
Carlos Magno
Reino unido
Império Cristão
Fundamento para o Messias:
Fundamento para o Messias:
  • Porque o rei Saul desobedeceu aos comandos de Deus transmitidos através do profeta Samuel (I Sm 15:1-23), ele não pôde se colocar na posição de construir o Templo.
  • 40 anos do reinado do rei Davi e 40 anos do reinado do rei Salomão passariam antes que o fundamento de fé pudesse ser estabelecido e o Templo, construído.
  • No entanto, o rei Salomão deixou a posição de Abel para a oferta substancial quando caiu em luxúria.
  • Assim, não havia nenhum modo para Israel estabelecer o fundamento de substância nem o fundamento para o Messias.
Seção 4

O período dos reinos divididos do norte e do sul e o período dos reinos divididos do leste e do oeste

1
2
Abel
Caim
Francos do Leste
Francos do Oeste
Abel
Caim
Judá
Israel
Reino unido
Império Cristão
Reinos divididos do Norte e do Sul
Reinos divididos do leste e do oeste
  • Porque o rei Salomão foi levado por suas esposas e concubinas a adorar ídolos, o Reino Unido de Israel foi dividido após a sua morte, tendo existido durante apenas três gerações.
  • O reino de Israel do Norte, que foi fundado por dez das doze tribos, estava na posição de Caim,
  • enquanto o reino de Judá do Sul, fundado pelas duas tribos restantes, estava na posição de Abel.
  • Assim começou o período dos Reinos Divididos do Norte e do Sul.
  • O Império Cristão também começou a se dividir na terceira geração. Os netos de Carlos Magno o dividiram em três reinos: os Francos do Leste, os Francos do Oeste e a Itália.
  • Os descendentes de Carlos Magno estavam em intenso e constante conflito entre si.
  • O Império Cristão remanescente rapidamente se dividiu em dois reinos, tendo a Itália se colocado sob a regência dos Francos do Leste.
  • O reino dos Francos do Leste veio a ser chamado de Sacro Império Romano e permaneceu na posição de Abel em relação à França, como o Reino dos Francos do Oeste veio a ser chamado.
1
2
(monges)
(Cruzadas)
(profetas)
(ataques gentílicos)
•Reforma interna
Reinos divididos do Norte e do Sul
•Reforma interna
Reinos divididos do leste e do oeste
Papado corrompido
Israelitas violaram a aliança
•Castigo externo
•Castigo externo
  • No período dos Reinos Divididos do Norte e do Sul, sempre que os israelitas violavam sua aliança com Deus, afastando-se do ideal do Templo,
  • Deus enviava profetas para levá-los ao arrependimento e à reforma interna.
  • Entretanto, porque não se arrependeram, Deus os castigou externamente, permitindo que nações gentílicas tais como a Síria, a Assíria e a Babilônia os atacassem.
  • Durante o período paralelo dos Reinos Divididos do Leste e do Oeste, o papado estava corrompido.
  • Deus enviou monges proeminentes para promover uma reforma interna na Igreja.
  • Porque o papado e a Igreja não se arrependeram, Deus os castigou externamente, deixando seu povo lutar com os muçulmanos. Esta foi a razão providencial por trás das Cruzadas.
1
2
•Fim da monarquia
de Israel
Reinos divididos do Norte e do Sul
Reinos divididos do leste e do oeste
Papas perderam o prestígio
Ambos os reinos caíram
•Desagregação do
Cristianismo
monárquico
  • O período dos Reinos Divididos do Norte e do Sul terminou quando nações gentílicas levaram os povos de Israel e de Judá para o exílio.
  • Estas nações puseram um fim na monarquia de Israel.
  • Da mesma forma, no final do período dos Reinos Divididos do Leste e do Oeste, o papado havia perdido completamente seu prestígio e sua credibilidade após as sucessivas derrotas das Cruzadas.
  • O Cristianismo havia perdido o seu centro de soberania espiritual.
  • Além disso, os senhores e cavaleiros foram dizimados pelas Cruzadas, e como o papado e os senhores feudais tinham gasto enormes somas na realização daquelas guerras malsucedidas, ficaram empobrecidos.
  • O Cristianismo monárquico começou a desagregar-se.
Seção 5

O período do exílio e retorno de Israel e o período do exílio e retorno papal

1
2
Papa (Clemente V)
Exílio
Judá
Exílio
Papado
70 anos
Avignon
Babilônia
70 anos
Rei Joaquim e muitos israelitas
Exílio e retorno de Israel
Exílio e retorno papal
•Agravou-se o conflito
entre papas e reis
  • Como os israelitas caíram em descrença, Deus os fez sofrer dificuldades como exilados na Babilônia.
  • Aproximadamente setenta anos se passaram desde o tempo em que o rei Nabucodonosor da Babilônia levou cativos o rei Joaquim e sua família real, como também os profetas Daniel e Ezequiel, sacerdotes, artesãos e muitos outros israelitas, até a queda da Babilônia.
  • No período do exílio e retorno papal, o fim das Cruzadas viu o colapso gradual do sistema feudal na Europa e o surgimento das nações modernas.
  • À medida que crescia o poder das monarquias seculares, agravou-se o conflito entre os papas e os reis.
  • Em um desses conflitos, o rei Filipe IV da França, “o Belo”, aprisionou o papa Bonifácio VIII por algum tempo.
  • Em 1309, Filipe forçou o papa Clemente V a transferir o papado de Roma para Avignon, no sul da França.
  • Durante setenta anos, os papas sucessivos viveram ali submetidos aos reis da França, até que a residência papal retornou a Roma.
1
2
Roma
Judá
Retorno em três etapas
Avignon
Babilônia
Malaquias
140 anos
140 anos
Rei Ciro
Restauração da autoridade do papa
Exílio e retorno de Israel
Exílio e retorno papal
  • Depois que a Pérsia conquistou a Babilônia e o rei persa Ciro libertou os israelitas, foram necessários outros 140 anos para os exilados retornarem para sua terra natal em três etapas,
  • até que se reestruturassem como uma nação unida em torno da vontade de Deus, como proclamado nas profecias messiânicas de Malaquias. Daí em diante, eles começaram a se preparar para a vinda do Messias.
  • Depois que o papa retornou a Roma, um período de aproximadamente 140 anos estendeu-se através do Grande Cisma, o movimento conciliar e a restauração da autoridade do papa na Igreja Romana,
  • até as vésperas da Reforma Protestante, liderada por Martinho Lutero em 1517.
Seção 6

O período de preparação para o Advento do Messias e o período de preparação para o Segundo Advento do Messias

1
2
Jesus
400 anos
400 anos
Preparação para o advento
Preparação para o Segundo Advento
Segundo Advento
Retorno a Jerusalém
Retorno a Roma
4000 anos de história da restauração
6000 anos de história da restauração
restauradas horizontalmente
restauradas horizontalmente
  • Após o retorno dos israelitas a Jerusalém, outros 400 anos decorreram antes da vinda de Jesus.
  • Este foi o período de Preparação para o advento do Messias, que devia ser o período final da história providencial, no qual as condições verticais de indenização de 4000 anos seriam restauradas horizontalmente por indenização.
  • Após o retorno do papado para Roma, o Cristianismo deve encontrar Cristo em seu Segundo Advento somente depois de passar por um período de 400 anos de Preparação para o Segundo Advento do Messias.
  • Este período deve ser o período final da história providencial, quando todas as condições verticais de indenização, acumuladas durante os 6000 anos de história da Providência da Restauração, desde Adão, serão horizontalmente restauradas.
1
2
Cristãos:
Israelitas:
Preparação para o advento
Preparação para o Segundo Advento
•Fé restaurada
com Esdras
•Reforma Protestante
conduzida por Lutero
•Luz do Evangelho
•Reconstrução do templo
Fundamento de fé: restaurado
Fundamento de fé: restaurado
  • Ao retornarem do exílio na Babilônia,
  • os israelitas estabeleceram o fundamento de fé através do arrependimento de seu passado de idolatria, reconstruindo o templo,
  • e restaurando sua fé com base nas Leis Mosaicas sob a liderança de Esdras, o escriba.
  • Da mesma forma, os cristãos medievais estabeleceram o fundamento de fé através de seus esforços para reformar a Igreja Romana.
  • Estes esforços culminaram na Reforma Protestante conduzida por Martinho Lutero.
  • O movimento protestante iluminou a escuridão da Europa medieval com a luz do Evangelho e abriu novos caminhos de fé.
1
2
Preparação para o advento
Renascença
Preparação para o Segundo Advento
Religiões do mundo unidas em uma civilização cristã
Preparação para o Segundo Advento
Preparação interna para o Messias
  • No período de Preparação para o advento do Messias, entre os povos do mundo, Deus fundou religiões adaptadas às suas regiões e culturas, através das quais eles pudessem realizar as preparações internas necessárias para receber o Messias.
  • Jesus devia vir sobre este fundamento mundial de preparação e unir todas as religiões em uma única civilização cristã global.
  • No período de Preparação para o Segundo Advento do Messias, iniciando na Renascença,
  • houve um rápido progresso em todos os campos das atividades humanas, incluindo a política, economia, cultura e ciência, criando um ambiente global favorável ao trabalho de Cristo em sua Segunda Vinda.
1
2
Preparação para o advento
•Contato entre
línguas e culturas
Preparação para o Segundo Advento
Esfera política democrática global
Vastos domínios do Império Romano
•Transporte avançado
Preparação para os ensinamentos do Messias
Ambiente para os ensinamentos do Cristo do Segundo Advento
•Civilização helênica
•Progresso dos transportes
e das comunicações
  • Nos dias de Jesus, o Império Romano regia sobre vastos domínios, integrado por um avançado e extenso sistema de transporte.
  • Este era o centro da vasta civilização helênica.
  • Assim, todas as preparações necessárias haviam sido feitas para uma rápida transmissão dos ensinamentos do Messias para o mundo.
  • De forma semelhante, na presente idade do Segundo Advento, a esfera política democrática expandiu-se para todo o mundo.
  • O rápido progresso dos transportes e das comunicações e o intenso contato entre as línguas e as culturas levaram o mundo a uma maior proximidade.
  • Estes fatores prepararam completamente um ambiente no qual os ensinamentos de Cristo em sua Segunda Vinda possam, livre e rapidamente, ser transmitidos aos corações de toda a humanidade.
Seção 7

A providência da restauração e o progresso da história

Mente má
(Em guerra)
O mal
Pessoa decaída
Sociedade decaída
Reino do Céu na Terra
Pessoa perfeita
O bem
Mente original
Indivíduo
Indivíduo
História humana
(Conflitos e guerras)
  • A sociedade decaída pode ser considerada como a imagem de uma pessoa decaída.
  • Podemos entender melhor a história das sociedades construídas pela humanidade decaída, examinando a vida de uma pessoa decaída.
  • Uma pessoa decaída possui tanto uma mente original, que busca o bem, como uma mente má, que busca o mal, e as duas mentes estão em constante guerra entre si, inclinando-a em direção a comportamentos opostos e conflitantes.
  • Como a sociedade é constituída por indivíduos que estão em constante conflito entre si, as interações entre eles estão cheias de discórdias e conflitos.
  • A história humana tem sido construída com base em relações sociais conflitantes entre as pessoas, as quais têm mudado constantemente ao longo do tempo. Assim, necessariamente, esta se desdobrou em conflitos e guerras.
Deus
Mente má
O mal
Satanás
Pessoa decaída
Reino do Céu na Terra
O bem
Mente original
O bem
O bem
História humana
•História: divisão entre o bem e o mal
•Conflitos: separar o bem do mal
  • Devido à atividade de sua mente original, até mesmo uma pessoa decaída pode responder à Providência da Restauração de Deus e unir-se a ela na busca do bem.
  • Assim, o progresso na história é feito por indivíduos que, mesmo entre o vórtice do bem e do mal, fazem determinados esforços para rejeitar o mal e promover o bem.
  • Por conseguinte, o mundo para o qual a história está avançando é o Reino do Céu, onde o objetivo do bem será alcançado.
  • Devemos entender que os conflitos e as guerras são fenômenos transitórios para separar o bem do mal em busca deste objetivo último do bem.
  • Assim, podemos reconhecer que o avanço da história em direção ao bem é conduzido por um constante processo de divisão entre o bem e o mal de acordo com a Providência da Restauração de Deus.
Deus
O mal
Seres humanos
Satanás
Reino do Céu na Terra
O bem
Mundo comunista
Antecipadamente
História humana
Sociedades sem princípios, versões distorcidas do Princípio
  • Entretanto, com base em seu relacionamento de sangue com os primeiros seres humanos,
  • Satanás tem trabalhado por meio das pessoas decaídas para realizar, antecipando-se a Deus, uma forma pervertida da sociedade ideal que Deus pretende realizar.
  • Como resultado disso, testemunhamos na história humana o surgimento de sociedades sem princípios, erigidas como versões distorcidas do Princípio.
  • No final da história humana, antes de Deus poder restaurar o Reino do Céu na Terra, Satanás terá erigido um mundo amoral, fora do Princípio; uma imagem distorcida do Reino de Deus; e este mundo é o mundo comunista.
Sociedade feudal israelita
•Abraão
Divisões
Pessoas decaídas
Sociedade coletiva primitiva
•Período dos Juízes
•Estabelecimento da
soberania celestial
•Tribo e nação no Egito
Sociedade israelita de clãs
7.1 O progresso da história na Idade da Providência da Restauração
  • A primeira sociedade erigida pelas pessoas decaídas foi uma sociedade coletiva primitiva.
  • Devido à atividade da mente original, que está continuamente apelando às pessoas para responderem à Providência da Restauração de Deus, certamente surgiriam divisões entre o bem e o mal nas sociedades primitivas.
  • Deus chamou Abraão do mundo decaído para ser o porta-voz do bem e abençoou-o com descendentes que exaltariam a Sua vontade.
  • Dos descendentes de Abraão, Deus fez surgir a primeira sociedade israelita de clãs.
  • Eles entraram no Egito como uma sociedade de clãs, mas quando deixaram o Egito em direção a Canaã, eles já eram uma sociedade tribal.
  • A sociedade israelita no período dos juízes já era uma sociedade feudal.
Jesus
Judá
Sob controle
Judá
•Reino unido
Impérios gentílicos
•Forma de democracia
(Messias entronizado pela vontade do povo)
Sociedade monárquica
•População, economia
e soberania celestiais
•Fundamento espiritual
  • A sociedade monárquica transformou as pequenas unidades políticas e econômicas, assegurando soberania para as antigas sociedades feudais em um único território com uma grande população, uma economia forte e uma bem defendida soberania.
  • Isto foi feito com o estabelecimento do Reino Unido de Israel, fundado pelo rei Saul.
  • Após a queda do Reino de Judá, Deus manteve o trono de Israel vago, mantendo o povo judeu sob o controle de sucessivos impérios gentílicos, incluindo a Grécia.
  • Deus moldou a sociedade de Israel na forma de uma democracia grega a fim de que, quando o Messias viesse, ele fosse entronizado pela vontade do povo.
  • Entretanto, os judeus crucificaram Jesus. Consequentemente, o propósito da providência foi atingido apenas espiritualmente.
Roma
Jesus
Mundo
Jerusalém
7.2.1 A Providência da Restauração e a história do Ocidente
Domínio centrado em Jerusalém
  • Se o povo judeu tivesse acreditado em Jesus como o Messias e se unido a ele, o Império Romano teria sido conquistado por Jesus durante o tempo de sua vida.
  • Jesus seria honrado por todo o império como o Rei dos Reis. Ele teria estabelecido um domínio mundial com Jerusalém como sua capital.
Jesus
Judeia
Fim (476)
Europa Ocidental
Império Romano Ocidental
Destruída
História do Cristianismo:
Idade do Prolongamento da Providência da Restauração
Padrão definido pela providência
  • Porque o povo judeu não acreditou, a Judeia foi destruída e o Império Romano Ocidental chegou ao fim no ano 476 d.C.
  • O centro da Providência da Restauração de Deus se deslocou da Judeia, a terra da árdua aflição de Deus, para a Europa Ocidental, que anteriormente era o território do Império Romano do Ocidente.
  • Deste modo, a providência espiritual para a restauração baseada no Cristianismo foi conduzida principalmente na Europa Ocidental.
  • Apenas na Europa Ocidental a história deste período progrediu estritamente de acordo com o padrão definido pela Providência da Restauração.
  • A história do Cristianismo na Europa Ocidental nos fornece informação sobre os eventos que moldaram a Idade do Prolongamento da Providência da Restauração.
Economia
Política
Religião
Integradas
História econômica
História política
História da religião (Cristianismo)
  • Tal como a ciência, as atividades econômicas lidam com o mundo físico prático. Com efeito, o progresso econômico possui uma estreita relação com o desenvolvimento da ciência.
  • Deste modo, a história da religião, baseada no desenvolvimento interno da Providência de Deus, e a história econômica, baseada no desenvolvimento externo de Sua Providência, tomaram direções divergentes e têm progredido em diferentes níveis.
  • Embora a religião e a economia, tal como a religião e a ciência, pareçam desenvolver-se em oposição uma à outra, elas estão relacionadas na vida da sociedade.
  • A religião e a economia estão integradas em nossas vidas na sociedade através da política.
  • A história política ocidental abriu caminho para harmonizar a religião e a economia.
  • Portanto, para compreender o progresso da história, que se move em direção à meta da Providência da Restauração, devemos também investigar separadamente a história da política.
Nação judaica
Dividida
Sociedade cristã de clãs
7.2.3 A sociedade de clãs
Crucificação de Jesus
•Comunidades rudimentares
•Desenvolveu-se para uma
sociedade cristã tribal
•Expandiu-se entre os povos germânicos
  • Com a crucificação de Jesus, a nação judaica havia caído para o lado de Satanás.
  • Consequentemente, Deus se apartou daquela sociedade, chamando os crentes devotos para estabelecer uma sociedade cristã de clãs.
  • A sociedade cristã de clãs era composta de comunidades rudimentares com pouca ou nenhuma estrutura política ou sistema econômico. Neste período, religião, política e economia não progrediram independentemente.
  • Apesar das severas perseguições, a sociedade cristã de clãs prosperou gradualmente no Império Romano, ao redor do Mar Mediterrâneo, e se desenvolveu para uma sociedade cristã tribal.
  • A sociedade cristã se expandiu grandemente, levando o Cristianismo para os povos germânicos que migraram para seu território na segunda metade do século IV.
•Queda do Império Romano
7.2.4 A sociedade feudal
Sociedade feudal cristã
•Povos germânicos: escolhidos por Deus
•Soberania divina na vida religiosa,
política e econômica
  • Uma sociedade feudal nasceu na Europa quando, após a queda do Império Romano, a autoridade imperial declinou e o império afundou no caos.
  • Deus elevou uma sociedade feudal entre os povos germânicos recém-cristianizados que Ele havia escolhido para conduzir a Providência.
  • Fortalecendo as pequenas unidades sob a soberania divina nas esferas da vida religiosa, política e econômica, Deus havia criado a base para estabelecer um reino divino.
Economia
Política
Religião
Cristianismo monárquico
Monarquia absoluta (séc. XVII ~ fim do séc. XVIII)
Expansão colonial (meados do séc. XIX ~ início do séc. XX)
Reino espiritual sob o papado (séc. IX ~ XVI)
7.2.5 A sociedade monárquica e o imperialismo
  • Na esfera da religião, o Cristianismo monárquico era um reino espiritual que transcendeu as fronteiras nacionais.
  • Foi estabelecido sob a regência do papado e sobre o fundamento espiritual para receber o Messias.
  • Com o declínio do feudalismo nesse tempo, os poderes anteriormente descentralizados dos senhores feudais foram concentrados nas mãos dos reis das grandes nações-estado.
  • Na esfera política, as monarquias absolutas floresceram até a Revolução Francesa de 1789.
  • Na evolução da história econômica, o feudalismo foi sucedido pelo capitalismo, o qual foi acompanhado pela idade da expansão colonial. A monopolização das finanças e do capital era a meta dos poderosos capitalistas.
  • O capitalismo surgiu simultaneamente com a ascensão da monarquia absoluta no século XVII, e floresceu durante e após a Revolução Industrial.
Economia
Política
Religião
Cristianismo democrático
Ideias socialistas (fim do séc. XIX ~ )
Movimentos democráticos (fim do séc. XVIII ~ )
7.2.6 A democracia e o socialismo
Cristianismo democrático (1517 ~ )
  • Deus iniciou um processo que colocaria abaixo as sociedades monárquicas e daria surgimento às democracias a fim de começar uma nova providência para reconstruir uma nação soberana para receber o Messias.
  • Na religião, o Cristianismo monárquico foi substituído pelo Cristianismo democrático depois da Reforma Protestante de 1517.
  • Através da Reforma, as forças democráticas dentro do Cristianismo desagregaram o reino espiritual sobre o qual o papado comandava com autoridade suprema.
  • Na esfera política, os movimentos democráticos que surgiram contra as monarquias absolutas dos séculos XVII e XVIII deram origem a revoluções na Inglaterra, na América e na França, que fizeram nascer as sociedades democráticas da atualidade.
  • Com o progresso da história econômica, surgiram as ideias socialistas, que arruinaram o imperialismo e nutriram uma forma democrática de economia.
Deus
Satanás
Pessoas
Reino do Céu na Terra
Mundo comunista
Socialismo científico
Interdependência, prosperidade mútua e valores compartilhados
7.2.7 Os ideais de interdependência, prosperidade mútua e valores universalmente compartilhados versus comunismo
  • Ao buscar por uma sociedade socialista no lado celeste, a mente original das pessoas as atraiu para os ideais de interdependência, prosperidade mútua e valores universalmente compartilhados.
  • O mundo onde estes ideais serão finalmente realizados não é outro senão o Reino do Céu na Terra, sob a liderança de Cristo em seu retorno.
  • Como Satanás imita a Providência de Deus antecipadamente, o lado satânico tem defendido o “socialismo científico” baseado nas teorias do materialismo dialético e histórico, e construiu o mundo comunista.
Nova expressão da verdade
Reino messiânico
Religião: uma em coração com Deus
Política: realizar o ideal da Criação
Economia: de acordo com o ideal divino
Integração das histórias da religião, da política e da economia
Interdependência, prosperidade mútua e valores compartilhados
  • Como a religião, a política e a economia, que se desenvolveram por caminhos separados, podem se unir de forma que, no final da história providencial, seja estabelecido o fundamento para o Segundo Advento de Cristo?
  • Para que os caminhos da religião, da política e da economia possam convergir para realizar o ideal de Deus, uma nova expressão da verdade deve surgir, e esta deve ser capaz de integrar completamente a religião e a ciência.
  • A religião baseada nesta verdade levará toda a humanidade a se tornar uma em coração com Deus.
  • Esse povo unificado construirá uma economia de acordo com o ideal divino, como fundamento para uma nova ordem política que realizará o ideal da Criação.
  • Este será o reino messiânico edificado nos princípios de interdependência, prosperidade mútua e valores universalmente compartilhados.