A Providência para Estabelecer o Fundamento da Restauração
A Providência para Estabelecer o Fundamento da Restauração
A providência da restauração na família de Adão
- Deus iniciou imediatamente Sua Providência para restaurar o homem decaído, tendo a família de Adão que estabelecer o fundamento para receber o Messias.
- Para a Providência da Restauração ser realizada na família de Adão, os membros de sua família tiveram que estabelecer determinadas condições de indenização para restaurar o fundamento de fé e o fundamento de substância.
- Sobre estes dois fundamentos, o fundamento para receber o Messias teria sido estabelecido e, assim, o Messias poderia ter vindo na família de Adão.
- Para restaurar por indenização o fundamento de fé, o homem decaído deve estabelecer um objeto condicional, em substituição à Palavra de Deus. Para a família de Adão este objeto era a oferta de um sacrifício.
- Para restaurar o fundamento de fé deve haver também uma figura central.
- Era natural que a figura central na família de Adão fosse o próprio Adão.
- Todavia, não há nenhum registro bíblico onde encontramos Adão oferecendo um sacrifício. Em vez disso, seus filhos Caim e Abel o fizeram. Qual foi a razão para isso?
- Deus dividiu simbolicamente Adão, que incorporava o bem e o mal, dando-lhe dois filhos, representando o bem e o mal.
- Deus estabeleceu-os em posições onde cada um trataria somente com um senhor, Deus ou Satanás, e pediu-lhes que oferecessem sacrifícios separadamente.
- Caim foi o escolhido para representar o mal. Consequentemente, ele estava em uma posição de relacionar-se com Satanás.
- Abel foi escolhido para representar o bem. Consequentemente, ele estava em uma posição de relacionar-se com Deus.
- Abel estava em um relacionamento mais próximo de Deus e fez a oferta de maneira aceitável a Ele (Hb 11:4).
- Desse modo, Abel estabeleceu com sucesso o fundamento de fé na família de Adão.
- Se Caim tivesse cumprido a condição de indenização para remover a natureza decaída, Deus teria aceitado sua oferta com alegria.
- O fundamento de substância teria, então, sido estabelecido na família de Adão.
- Para remover a natureza decaída, o homem deve estabelecer uma condição de indenização, percorrendo um curso inverso ao processo através do qual, inicialmente, adquiriu a natureza decaída.
- O arcanjo caiu porque não amou Adão; em vez disso, ele teve ciúme de Adão, que recebia mais amor de Deus do que ele.
- Esta foi a causa da primeira característica primária da natureza decaída: não tomar o ponto de vista de Deus.
- O arcanjo caiu porque não respeitou Adão como mediador de Deus e não recebeu o amor de Deus através dele; ao contrário, ele tentou tomar a posição de Adão.
- Essa foi a causa da segunda característica primária da natureza decaída: abandonar sua própria posição.
- O arcanjo caiu quando reivindicou domínio sobre Eva e Adão, que eram seus senhores por direito.
- Esta foi a causa da terceira característica primária da natureza decaída: inverter o domínio.
- O arcanjo transmitiu para Eva sua vontade má. Eva, por sua vez, transmitiu esta vontade errada para Adão, levando-o a cair.
- Esta foi a causa da quarta característica primária da natureza decaída: multiplicar o mal.
- Para remover estas características da natureza decaída:
- Primeiro, Caim, que estava na posição de arcanjo, teria que tomar o ponto de vista de Deus amando a Abel, que estava na posição de Adão.
- Segundo, Caim teria que receber o amor de Deus através de Abel, que estava na posição de Adão, respeitando-o como o mediador de Deus.
- Terceiro, Caim teria que obedientemente ter se submetido a Abel, aceitando o domínio de Abel.
- Quarto, Caim deveria ter sido receptivo às intenções de Abel, que estava próximo a Deus, e ser instruído por ele sobre a vontade de Deus.
- Se Caim tivesse se rendido a Abel e cumprido a condição de indenização para remover a natureza decaída na família de Adão, o fundamento de substância teria sido estabelecido e o fundamento para o Messias em nível familiar teria sido restaurado.
- Em vez disso, Caim matou Abel. Ao assassinar Abel, Caim repetiu o pecado do arcanjo. Isto é, ele repetiu o mesmo processo que havia dado origem às características primárias da natureza decaída.
- Assim, a família de Adão falhou em estabelecer o fundamento de substância.
- Consequentemente, a Providência da Restauração de Deus através da família de Adão não pôde ser cumprida.
- O fundamento de fé é restaurado fazendo-se uma oferta simbólica aceitável e o fundamento de substância, fazendo-se uma oferta substancial aceitável.
- A finalidade de se fazer a oferta simbólica de todas as coisas é, primeiro, cumprir uma condição de indenização para a restauração do mundo natural de volta ao seu relacionamento original com Deus,
- e, segundo, cumprir uma condição de indenização para a restauração simbólica dos seres humanos.
- A oferta substancial significa cumprir a condição de indenização para remover a natureza decaída. Isto é essencial para a real restauração dos seres humanos.
- Quando uma pessoa na posição de Caim honra a pessoa na posição de Abel e a coloca acima de si mesma como uma oferta, ambos cumprem a condição de indenização para serem restaurados como bons filhos.
- Simultaneamente, a mesma condição é também computada como a condição de indenização para a restauração dos pais.
- Quando Abel fez sua oferta de maneira aceitável a Deus, cumpriu a condição de indenização para restaurar o fundamento de fé de Adão e estabeleceu firmemente sua posição como figura central da oferta substancial.
- Entretanto, quando Caim assassinou Abel, eles falharam em fazer a oferta substancial.
- Desse modo, nem o fundamento de substância nem o fundamento para receber o Messias puderam ser estabelecidos.
- A Providência da Restauração na família de Adão foi anulada.
- Em primeiro lugar, a falha na Providência da Restauração de Deus na família de Adão nos ensina algo sobre a predestinação condicional de Deus para o cumprimento de Sua vontade
- e sobre Seu absoluto respeito pela porção de responsabilidade humana.
- Desde a criação do universo, Deus predestinou que Sua vontade fosse completada com base na combinação do cumprimento da porção de responsabilidade de Deus e da porção de responsabilidade humana.
- Deus não poderia instruir Caim e Abel sobre como fazer corretamente suas ofertas, porque era porção de responsabilidade deles que Caim fizesse sua oferta com a ajuda de Abel.
- Em segundo lugar, mesmo após Caim ter matado Abel, Deus iniciou um novo capítulo de Sua Providência estabelecendo Set, o terceiro filho de Adão, no lugar de Abel.
- Isto nos mostra que Deus havia predestinado absolutamente que Sua vontade seria cumprida um dia,
- mesmo sendo condicional a Sua predestinação a respeito dos seres humanos.
- Em terceiro lugar, através das ofertas de Caim e Abel, Deus nos ensina que os homens decaídos devem constantemente procurar por uma pessoa de tipo Abel.
- Honrando, obedecendo e seguindo-a, podemos realizar a vontade de Deus, mesmo sem compreender todos os seus aspectos.
A providência da restauração na família de Noé
- Quando Caim matou Abel, impediu que a Providência da Restauração na família de Adão fosse realizada.
- Não obstante, Deus havia predestinado absolutamente a realização da finalidade da Criação, e Sua vontade permaneceu imutável.
- Assim, sobre o fundamento do coração leal que Abel demonstrou diante do Céu, Deus escolheu Set em seu lugar (Gn 4:25).
- Entre os descendentes de Set, Deus escolheu a família de Noé para substituir a família de Adão e começou um novo capítulo em Sua Providência.
- Está escrito que Deus julgou o mundo através do Dilúvio: “Então, disse Deus a Noé: o fim de toda carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a Terra” (Gn 6:13).
- Isso nos mostra que o tempo de Noé eram os Últimos Dias.
- A família de Noé era responsável por cumprir a condição de indenização para restaurar o fundamento de fé,
- e depois, a condição de indenização para restaurar o fundamento de substância.
- Deveriam, portanto, restaurar por indenização o fundamento para o Messias, que a família de Adão havia falhado em estabelecer.
- Na Providência da Restauração através da família de Noé, Noé era a figura central para restaurar o fundamento de fé.
- Deus chamou Noé 10 gerações, ou 1.600 anos bíblicos depois de Adão.
- Noé era o segundo antepassado da humanidade.
- Noé trabalhou por 120 anos em uma montanha para construir a arca, em absoluta obediência às instruções de Deus.
- Ele foi chamado por Deus sobre o fundamento do coração fiel e leal de Abel.
- Noé era um descendente de Set, que havia sido escolhido para substituir Abel.
- Além disso, Noé era um homem correto aos olhos de Deus (Gn 6:9).
- Por tais razões, ele estava qualificado para fazer a oferta simbólica a Deus.
- O objeto para a condição através do qual Noé restauraria o fundamento de fé era a arca.
- Era uma condição de indenização para a restauração do cosmo, o qual havia sido perdido para Satanás devido à Queda de Adão, e simbolizava o novo cosmo.
- Depois que a arca foi concluída, Deus julgou o mundo pelo dilúvio durante 40 dias.
- Sua finalidade era eliminar a humanidade pecadora a fim de estabelecer uma família que se relacionasse apenas com Ele.
- A família de Noé, com o julgamento de 40 dias do dilúvio, pôde restaurar por indenização o fundamento cumprindo a providência da arca, a qual era o objeto condicional para a restauração do fundamento de fé exatamente como Deus tinha intencionado.
- Noé restaurou com sucesso através de indenização o fundamento de fé, cumprindo a providência da arca e fazendo uma oferta simbólica aceitável a Deus.
- Sobre tal fundamento, os filhos de Noé, Sem e Cam, estavam na posição de Caim e Abel, respectivamente.
- Se eles tivessem sucesso na oferta substancial, cumprindo a condição de indenização para remover a natureza decaída, teriam estabelecido o fundamento de substância.
- Para que a família de Noé fizesse uma oferta substancial aceitável, Cam, o segundo filho de Noé, tinha que restaurar a posição de Abel, o segundo filho de Adão.
- No caso da família de Noé, foi o próprio Noé, e não Cam, quem fez a oferta simbólica.
- Portanto, para ocupar a posição de Abel, que fez a oferta simbólica com sucesso, Cam tinha que se tornar inseparavelmente um em coração com seu pai, Noé.
- Examinemos como Deus trabalhou para ajudar Cam a se tornar um em coração com Noé.
- A Bíblia relata que quando Cam viu seu pai repousando despido em sua tenda, sentiu-se envergonhado de Noé e estimulou os mesmos sentimentos em seus irmãos, Sem e Jafet.
- Adão e Eva antes da Queda eram unidos em coração e inocentemente abertos um para com o outro e para com Deus; como está escrito, eles não se envergonhavam de sua nudez. Contudo, após terem caído, eles envergonharam-se de sua nudez.
- Quando Cam sentiu vergonha da nudez de seu pai e a cobriu, estabeleceu uma condição para Satanás invadir; assim, seu sentimento e sua atitude constituíram-se em pecado.
- Consequentemente, Cam não pôde restaurar por indenização a posição de Abel a partir da qual faria a oferta substancial.
- Uma vez que Cam não pôde estabelecer o fundamento de substância,
- a Providência da Restauração na família de Noé terminou em fracasso.
A providência da restauração na família de Abraão
- Na Providência da Restauração na família de Abraão, a figura central para restaurar o fundamento de fé era Abraão.
- Abraão devia restaurar por indenização todas as condições que haviam sido dadas para Noé cumprir, mas que foram perdidas para Satanás devido ao pecado de Cam.
- Abraão herdou a missão de Noé e, dessa forma, também a missão de Adão. Com base nesse princípio, ele representava Adão restaurado.
- Como Deus havia abençoado Adão e Noé, Deus também abençoou Abraão para fazer dele uma grande nação e uma fonte de bênção (Gn 12:2).
- Deus mandou Abraão oferecer uma pomba e um pombo, um cordeiro e uma cabra e uma novilha (Gn 15:9).
- Estes foram os objetos para a condição que ele deveria oferecer para restaurar o fundamento de fé.
- Para Abraão se tornar o pai da fé, teria que restaurar por indenização a posição de Noé e de Adão.
- Abraão deveria, então, oferecer de maneira aceitável, objetos para a condição a fim de restaurar tudo que Caim e Abel deveriam ter realizado por meio de suas ofertas,
- e tudo que a família de Noé tentou realizar através da providência da arca.
- Abraão ofereceu três tipos de objetos como condição para sua oferta simbólica.
- Primeiro, uma pomba e um pombo; segundo, um cordeiro e uma cabra; e terceiro, uma novilha.
- Estes três sacrifícios simbolizavam o cosmo,
- o qual foi concluído através dos três estágios do período de crescimento.
- A pomba representava o estágio de formação.
- O cordeiro representava o estágio de crescimento.
- A novilha representava o estágio de aperfeiçoamento.
- Por que os três sacrifícios de Abraão estavam colocados sobre um único altar?
- Abraão, agora na posição de Adão, deveria restaurar de uma só vez a longa Providência que Deus havia conduzido através das três gerações providenciais
- de Adão (formação), Noé (crescimento) e Abraão (aperfeiçoamento).
- Porque Abraão não cortou a pomba em dois como devia, aves de rapina desceram e invadiram a oferta.
- Seu erro teve como efeito a reivindicação da posse das ofertas por parte de Satanás.
- Com essa falha na oferta simbólica, todas as condições que Deus pretendia restaurar através da oferta foram perdidas.
- Como consequência, os descendentes de Abraão tiveram que sofrer opressão e escravidão por 400 anos no Egito.
- Consequentemente, a Providência centralizada em Abraão foi prolongada através das três gerações de Abraão, Isaque e Jacó.
- Depois que Abraão falhou na oferta simbólica, Deus ordenou-lhe que oferecesse seu único filho Isaque em sacrifício.
- Dessa maneira, Deus iniciou uma nova providência com a finalidade de restaurar a falha de Abraão por indenização.
- De acordo com o Princípio da Predestinação, quando alguém falha em completar sua responsabilidade, Deus não o utiliza novamente.
- Por que, então, Deus trabalhou com Abraão novamente, pedindo-lhe que ofertasse seu filho Isaque?
- Primeiro, o número três representa a perfeição.
- Uma vez que a providência para estabelecer o fundamento para o Messias na família de Abraão era a terceira providência, o Princípio de Deus exigia que ela fosse concluída desta vez.
- Segundo: Satanás havia atacado tanto a Adão como a seu filho Caim, destruindo a família na extensão de duas gerações.
- Assim, de acordo com o Princípio da restauração por indenização, Deus poderia tomar de volta Abraão e seu filho Isaque através de um curso de duas gerações.
- Terceiro: mesmo com a falha de Abraão, Deus pôde mantê-lo e dar-lhe outra chance para fazer a oferta, baseando-se no mérito acumulado pelo coração fiel de Abel e de Noé.
- Como Abraão ofereceu Isaque?
- Estendeu Abraão a sua mão e tomou o cutelo para imolar o seu filho. Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus,
- e disse: “Não estendas a tua mão sobre o moço e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus...” (Gn 22:9-12).
- O zelo de Abraão em fazer a vontade de Deus e sua atitude resoluta, realizada com fé absoluta, obediência e lealdade,
- deixou-o na posição de já ter sacrificado Isaque. Portanto, Isaque foi completamente separado de Satanás.
- Pelo fato de Abraão ter sido bem-sucedido na oferta de Isaque, a Providência da Restauração na família de Abraão pôde ser transferida para Isaque.
- Pelo sucesso da oferta de Isaque, Abraão e Isaque se tornaram inseparáveis devido à sua fidelidade para com a vontade de Deus.
- Depois que a missão divina foi passada de Abraão para Isaque, Abraão ofereceu um cordeiro fornecido por Deus como substituto de Isaque.
- De fato, esta foi a oferta simbólica através da qual Isaque restaurou o fundamento de fé.
- Dessa forma, tendo herdado a missão de Abraão, Isaque fez a oferta simbólica e restaurou o fundamento de fé por indenização.
- Para estabelecer o fundamento para o Messias na família de Isaque, o fundamento de substância deveria ser estabelecido na sequência.
- Para esta finalidade, os filhos de Isaque, Esaú e Jacó, estavam colocados nas posições divididas de Caim e Abel respectivamente.
- Em posição de fazer a oferta substancial, eles eram responsáveis por cumprir a condição de indenização para remover a natureza decaída e estabelecer o fundamento de substância.
- Antes que Esaú e Jacó pudessem fazer a oferta substancial, Jacó tinha primeiramente que cumprir a condição de indenização para restaurar a posição de Abel.
- Primeiro, Jacó cumpriu a condição de vitória para restaurar no nível individual a primogenitura do filho mais velho.
- Jacó, como o segundo filho, obteve-a inteligentemente de Esaú, que a cedeu para Jacó em troca de um pedaço de pão e uma sopa de lentilhas.
- Segundo: Jacó foi para Harã, que representava o mundo satânico.
- Depois de sofrer durante 21 anos de trabalho árduo, ele triunfou sobre Labão na luta para restaurar a primogenitura, conquistando a família e as riquezas como sua devida herança.
- Terceiro: em seu retorno para Canaã, a terra prometida da bênção, Jacó triunfou no confronto com um anjo no Vau de Jaboque,
- restaurando desse modo o domínio sobre o anjo em um esforço substancial.
- Através destas três vitórias, Jacó restaurou por indenização a posição de Abel.
- Dessa maneira, Esaú e Jacó conquistaram as posições em que Caim e Abel estavam no tempo em que Deus aceitou a oferta de Abel.
- Para que eles cumprissem a condição de indenização para remover a natureza decaída,
- Esaú precisava amar e respeitar Jacó como seu mediador perante Deus, submeter-se obedientemente às diretivas de Jacó e, por fim, multiplicar o bem, herdando-o de Jacó, o portador da bênção de Deus.
- Quando Esaú abriu seus braços e afetuosamente recebeu Jacó, ambos cumpriram a condição de indenização para remover a natureza decaída.
- A vitória deles restaurou por indenização, horizontalmente em uma família, o longo curso vertical da história durante o qual Deus havia trabalhado para restaurar o fundamento de substância.
- A seguir, o fundamento para o Messias foi estabelecido. Era de se esperar que o Messias tivesse vindo à Terra naquele tempo.
- Entretanto, no tempo de Abraão, o homem decaído já havia edificado nações satânicas que poderiam facilmente sobrepujar a família de Abraão.
- Assim, o Messias não poderia vir com segurança sobre esse fundamento.
- O fundamento para o Messias estabelecido na família de Isaque tornou-se a base sobre a qual teve início o curso de indenização para estabelecer o fundamento nacional para o Messias.
- Jacó, como a figura central que estabeleceu o fundamento para receber o Messias na família de Isaque, era responsável para resolver o pecado de Abraão.
- Era também sua responsabilidade trilhar um curso de indenização para realizar em nível nacional a vontade que havia sido confiada a Isaque.
- Portanto, como aconteceu no caso de Abraão e Isaque, Deus considerou Abraão, Isaque e Jacó como a mesma pessoa com respeito à Sua vontade, mesmo sendo três indivíduos diferentes.
- Está escrito: “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (Êx 3:6).
- Este versículo indica que, embora fossem três gerações, Deus considerou aqueles antepassados que coletivamente realizaram a Sua vontade como uma única geração.
- Jacó triunfou como indivíduo em seu esforço com Esaú a fim de conquistar a primogenitura.
- Ele entrou em Harã como uma família e triunfou em seu esforço de 21 anos com seu tio Labão para conquistar a primogenitura.
- Jacó foi vitorioso na luta com o anjo. Ele foi também o primeiro homem decaído que cumpriu a condição de indenização para restaurar o domínio sobre os anjos.
- Por isso, ele recebeu o título de Israel (Gn 32:28), significando que ele fixou o padrão e estabeleceu o fundamento sobre o qual o povo eleito seria estabelecido.
- Após seu retorno a Canaã com estas vitórias, Jacó conquistou o coração de Esaú e, juntos, eles cumpriram a condição de indenização para remover a natureza decaída.
- Assim, Jacó concluiu vitoriosamente o curso-modelo para subjugar Satanás.